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18 de abr de 2016

The Different Company Le 15 - Fragrance Review


Português (scroll down for english version): é tão estranho ver o caminho que marca The Different Company vem trilhando nos últimos anos, após a saída de seu criador, Jean Claude Ellena, e posteriormente de sua filha, Celine, da direção e criação da marca. Praticamente a promessa de seu nome se tornou ironia e a The Different Company se tornou mais do mesmo, indistinguível de seus pares, sem um conceito claro e recorrendo aos vícios que hoje permeiam tanto o segmento de nicho como o segmento exclusivo e comercial.

Pergunto eu, o que há de realmente diferente em um perfume cítrico e de sândalo? Provavelmente a própria marca sabe que não há nada, ainda mais quando sequer se deu ao trabalho de trabalhar de forma sofisticada a parte cítrica e de investir nos melhores sintéticos possíveis de sândalo. O resultado é uma mediocridade que se mascara pelo conceito da preciosidade a madeira de palo santo, que se foi usada nesse perfume simplesmente foi desperdiçada numa ideia tão sem graça que nem serve pra ser péssima.

E para quê aludir a concentração extrato e ao aspecto limitado? Que há de especial, repito eu, na combinação de musk aveludado estilo cashemira, cítricos ao estilo laranja e sândalo sintético potente? É uma comemoração que soa triste e para mim é como presenciar uma festa onde falta tanto dinheiro como vida. Com uma criação dessas, a marca deveria é se chamar The Ordinary Company.

English: is so strange to see the way that brand The Different Company has been following in recent years, following the departure of its creator, Jean Claude Ellena, and later his daughter, Celine, from the direction and creation of the brand. Practically the promise of its name became irony and The Different Company became more of the same, indistinguishable from their peers, without a clear concept and through the vices that today pervade both the niche as the exclusive and commercial segment.

I ask, what's really different in a citrus scent and sandalwood? Probably the brand itself knows that there is nothing, especially when even bothered to work in a sophisticated way of citrus and invest in the best possible synthetic sandalwood. The result is a mediocrity that masquerades the concept of preciousness wood palo santo,that if it was used in this perfume was simply wasted in an idea so bland that not serve to be bad.

And why allude to extract concentration and limited aspect? What's special, I repeat, the combination of velvety cachmeran musk style, citrus orange and potent synthetic sandalwood? It is a celebration that sounds sad to me is like witnessing a party where there is a lack of both money and life. With the creation of these, the brand is should be called The Ordinary Company.

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